Uma delícia de não-caipirinha

No Alcântara (Rua Helion Póvoa, 65-F, Vila Olímpia, tel. 3045-4993), o restaurateur e agora chef Marcus Ramalho criou uma caipirinha de jerez que, de caipirinha, mesmo, não tem nada: nem limão, nem cachaça. Ainda assim, é um drinque delicioso e refrescante. Leva jerez, muitas pedras de gelo, fatias finas de pêra portuguesa e açúcar. Custa R$ 13,90 e vale um bis.

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Estamos a quatro horas do Verão

Se seu voo de São Paulo a Manaus for tranquilo, então você estará a quatro horas do verão. Sim, a julgar pelo calor absurdo (a média, eu disse a média, na cidade é de 32 graus) e pelo que disse o taxista que me levou do aeroporto ao hotel, o verão acabou de começar em Manaus.
Estive lá de quinta, 21, a ontem, domingo. Fui representar a revista VEJA no evento de premição da edição especial VEJA Manaus – o melhor da cidade.
Cupuaçu, pirarucu, costela de tambaqui, teatro Amazonas, jambu, mergulho no rio Amazonas, provei de tudo isso lá. E ainda conheci dois lugares muito interessantes:
– bar do Armando, um botecaço com vista para o Largo São Sebastião e o majestoso teatro. É o Armando quem prepara o sanduíche de pernil, quem atende as mesas e quem serve a cerveja gelada, que ali se bebe em copos de uísque;
– bistrô Ananã: a chef Sofia Bendelak foi eleita a chef do ano pelo júri de VEJA Manaus. Ela faz uma comida contemporânea (comi quibe de caranguejo e tapioquinha com foie gras), seu barman prepara um bom drinque (vodca com tangerina e mangarataia), a luz é controlada, o que faz com que o lugar seja uma ótima opção para ir a dois, e o som ambiente, dos bons. Foi uma boa supresa perceber que (oh-ou) conhecia a voz da vocalista da banda finlandesa Husky Rescue e conferir no CD trazido à mesa pela garçonete que eu estava certo. Preste atenção na bela dona da voz e diga se você não gostaria de estar numa festinha como aquela:

Encontro de barmen

Ontem à noite, dois dos melhores barmen do país estavam no Pirajá (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 64, Pinheiros, tel. 3815-6881) . Um deles, Derivan, feliz da vida, circulava sem parar pelo salão. Afinal, era um dos anfitriões da festa de lançamento da Cachaça da Tulha – edição única 2007.
O outro, Guilherme — ele mesmo, do hibernante Pandoro –, preparava caipirinhas, caju amigo e outros drinques no balcão do bar.
Mais novidades vêm por aí.
Como um amigo disse a este BOTECLANDO, “o que é do homem…”