Costelinhas

Foto: Fernando Moraes
Como afirmei num post dias atrás (leia abaixo), ao longo do tempo fui me tornando um costelófilo. Não dispenso uma boa costela de boi, uma costeleta de cordeiro nem mesmo uma costelinha de porco.
Na segunda-feira à noite fui ao Genial, eleito pelo júri da edição Comer & Beber da Vejinha o melhor fim de noite de São Paulo.
Experimentei uma boa porção de assado de tira (já tinha provado, achado a carne seca demais, mas desta vez estava bem melhor) e, depois, uma de costelinha de porco coberta com queijo.
Não sei quem inventou essa mistura esdrúxula entre costelinha e queijo – outros lugares fazem o mesmo – mas achei que o sabor do queijo acaba predominando sobre o da carne. Na minha opinião, um tempero leve, talvez com um toque de alecrim, faria com que eu repetisse o pedido. Uma pena.
Genial. Rua Girassol, 374, Vila Madalena, tel. (11) 3812-7442.
PS1: sobre minha referência anterior ao fato de as mulheres não gostarem muito de costela por descenderem da de Adão, li num blog do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, uma boa explicação. Diz o blogueiro: “é carne de segunda! É carne de segunda!”, no que concordo.
PS2: quem quiser fazer bonito com a namorada, deve conhecer a Tappo Trattoria, novo restaurante do chef Benny Novak, do ICI Bistrot. Tem um ambiente charmoso, com 32 lugares apenas, serve bons vinhos, mas um tanto caros, e um brasato ao vinho tinto (costela de boi cozida com osso, guarnecida com risoto de açafrão, R$ 39,00), que derrete na boca. Coisa fina. Rua da Consolação, 2967, Jardim Paulista, tel. (11) 3063-4864.

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