Muitos chopes e um pastel

Toda vez que vou ao Rio de Janeiro, nem que seja por dois dias, como foi o caso deste carnaval, tenho de dar uma passada no bar O Caranguejo, que fica numa esquina de Copacabana, de frente para o metrô Cantagalo (Rua Barata Ribeiro, 771, Copacabana, tel. 21-2236-1352) . É como uma obrigação. Desta vez passei por lá apenas para tomar um chopinho e comer um pastel de camarão, como sempre delicioso. A passagem foi breve porque eu já estava fazendo o caminho de volta a São Paulo e teria 400 quilômetros de estrada pela frente.

Já em São Paulo, e sabendo que a Vai-Vai ganhou o título do desfile das escolas de samba, faço esta pausa para publicar a lista dos melhores lugares para beber chope no Brasil. Afinal, é com esta bebida que a turma do Bexiga deve estar comemorando a vitória!

Os melhores chopes do Brasil

>>ABC – O Pharelo, em São Bernardo do Campo, é decorado com fotografias antigas da cidade e cerca de 100 caricaturas nas paredes. O chope passa por três resfriadores e dois baldes de gelo antes de chegar à chopeira. É servido a zero grau, com exatos três dedos de colarinho. http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/abc/bares_sao_bernardo.shtml#choperia

>>Baixada – O Heinz Bar e Choperia, em Santos, é um dos melhores bares do Brasil, em minha modesta opiniao. O chopeiro Sininho, há dezessete anos na casa, tira a bebida com perfeição. E para acompanhar o chope gelado, o cardápio é recheado de especialidades alemãs.
http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/praia/bares.shtml#chope

>>Belém – A Amazon Beer atrai moradores e turistas que querem apreciar a vista da Baía do Guajará saboreando um chope fabricado na própria casa. O mestre cervejeiro Reynaldo Fogagnolli produz cinco variedades da bebida, todas sem conservantes ou aditivos. Uma boa opção para acompanhar é a lingüiça de metro artesanal, recheada com provolone.
http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/belem/bares.shtml#choperia

>>Belo Horizonte – Quando decidiu montar a Choperia Albano’s, Rodrigo Ferraz teve como consultor o proprietário do Pinguim, choperia de Ribeirão Preto que figura entre as mais conhecidas do país. O resultado é a casa cheia nos fins de tarde ou nos dias de jogo, que são reproduzidos em telões. Há dez versões da bebida. A varanda é ideal para as noites quentes e a happy hour.
http://vejabrasil.abril.com.br/belo-horizonte/editorial/m198/bares#chope

>>Brasília – No Bar Brasília, o chope é servido em taças de cristal feitas exclusivamente para a casa e chega à mesa a 3 graus e com exatos 3 centímetros de colarinho. O par perfeito com o chope gelado são as porções de petiscos como o bolinho de bacalhau e os pastéis de carne com pequi. A decoração da casa foi inspirada nos antigos botecos cariocas: é repleto de móveis antigos e detalhes charmosos.
http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/brasilia/bares.shtml#chope

>>Campinas – Septuagenário, o Giovannetti tem cardápio amplo, mas foi o chopinho tirado a zero grau que conquistou uma verdadeira legião de fãs. O lanche mais famoso é o psicodélico, uma receita criada há seis décadas pelo antigo chapeiro Moleza, que todos os dias observava o desperdício das pontas das peças de frios, difíceis de ser fatiadas. Ele, então, colocou tudo dentro de um pão, cortando o lanche em pedaços pequenos. O sucesso foi tão grande que, em pouco tempo, a receita passou a fazer parte do cardápio da casa.
http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/campinas/bares.shtml#chope

>>Curitiba – O Sheridan’s Irish Pub, foi criado por Gustavo Haas, que depois de morar na Inglaterra, quis montar seu próprio pub. O bar tem nove variedades de chope, além de quarenta marcas de cerveja nacionais e importadas. Antes de ser servido, o tradiconal chope irlandês Guinness descansa por cerca de um minuto no copo. Nesse intervalo, a bebida se separa da espuma, cuja densidade mantém a temperatura ideal até o último gole. A música ao vivo, de domingo a quinta, é outra atração da casa.
http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/curitiba/bares.shtml#chope

>>Espírito Santo – O cremoso chope do Saideira é responsável por 60% das vendas de bebidas do bar. Entre os petiscos, os preferidos são a polenta frita com calabresa e parmesão, o filé aperitivo ao molho de gorgonzola e os pastéis nos sabores frango com requeijão, napolitano, carne, siri e queijo mussarela http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/espirito_santo/bares_grande.shtml#chope

>>Fortaleza – O Boteco tem um cardápio com mais de noventa itens e chope cremoso que chega à mesa a exatos 3 graus negativos. A casa é uma filial da casa recifense que se inspira nos antigos botequins cariocas. Dos tira-gostos, boa parte circula em bandejas entre as mesas e há clássicos como a coxinha de galinha do leite, com ossinho e tudo. http://vejabrasil.abril.com.br/fortaleza/editorial/m120/bares#chope

>>Goiânia –No Glória, os funcionários da casa se esforçam para que a temperatura não passe dos 2 graus, garantindo a cremosidade da bebida. Antes de ser servido, o chope é mantido 48 horas numa câmara fria. O cardápio lista uma extensa variedade de pratos, a maioria especialmente criados para acompanhar a bebida.
http://vejabrasil.abril.com.br/goiania/editorial/m205/bares#chope

>>Manaus – Quando surgiu, o Piccolino comportava apenas duas mesas, por isso foi batizado dessa maneira. Agora o bar tem quatro endereços na capital amazonense. O chope chega à casa duas vezes por semana e vai para uma câmara fria antes de seguir para a chopeira a gelo, que foi trazida de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Para acompanhar, há tira-gostos, como a lingüiça toscana, e pizzas.
http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/manaus/bares.shtml#chope

>>Natal – A Ilha do Chopp está sempre lotada e, apesar de ficar dentro do shopping, funciona até de madrugada. O ambiente agradável, a variedade do cardápio e a qualidade dos pratos estão entre os atrativos, mas a vedete da casa é mesmo o chope. A chopeira tem nada menos que 300 metros de serpentina. Para acompanhar, há bolinhos, pastéis, porções, saladas e grelhados. http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/natal/bares.shtml#chope

>>Porto Alegre – O Zelig tem mais de duas décadas de tradição na Cidade Baixa. O chope da marca Coruja, produzido em Teutônia, interior do estado, seguindo a receita alemã, é o grande atrativo da casa. Para acompanhar, o cardápio sugere o sanduíche aberto com salsicha Endler, pão preto, pasta de berinjela, ovo de codorna e tomate-cereja.
http://vejabrasil.abril.com.br/porto-alegre/editorial/m252/bares#chope

>>Recife – No Boteco, o chope chega à mesa do
cl
iente a exatos 3 graus negativos. Mas antes disso descansa 24 horas numa câma
ra frigorífica, só então é levado ao balcão, onde é tirado para o consumo. O sucesso é evidente: a clientela consome cerca de 2 000 litros da bebida por semana. Outro atrativo da casa e a vista para o mar verdinho de Boa Viagem.
http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/recife/bares.shtml#chope

>>Rio de Janeiro – O Bar Brasil tem um seculo de tradição. No antigo sobrado da Lapa, decorado com telas do pintor chileno Selarón, o chope recebe tratamento vip. Só para se ter uma idéia, os copos são lavados com sabão neutro e esponja especial – nada de aproveitar aquela que limpa louças e talheres. Para acompanhar, o cardápio apresenta saborosas especialidades alemãs.
http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/restaurantes/956/bar-brasil

>>Salvador – O DOC se inspirou em estabelecimentos nos Estados Unidos e adotou os principais preceitos do chamado “casual dining”: decoração moderna, atendimento despojado e boa música. A casa aposta em um cardápio de carnes, hambúrgueres e petiscos típicos das grandes redes americanas. O chope da casa passa por quatro etapas de resfriamento, e chega à mesa em canecas resfriadas.
http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/editorial/m181/restaurantes#chope

>>São Paulo – No concorrido bar Original, assim que os barris da Brahma chegam são encaminhados para uma câmara fria calibrada em 5 graus. Ali, descansam por no mínimo 24 horas, procedimento que confere leveza à bebida. Ao ser engatado nas duas chopeiras – uma delas adquirida do bar Joan Sehn -, o líquido percorre um considerável caminho até desembocar no copo. De outro bico, conectado a um cilindro de nitrogênio, desce um delicioso creme. Pronto, o chope já pode ir para a bandeja.
http://vejasp.abril.com.br/bares/est0100384.html?enderecoID=745b68af02821110VgnVCM1000000b0417ac____

>>Santa Catarina – Botequim Floripa, em Florianópolis, a casa tem fotos antigas da cidade espalhadas pelas paredes e o chope é extra cremoso. Na caneca de meio litro pode-se mergulhar um copinho de steinhäger, bebida chamada na casa de submarino. Nos dias de maior movimento, o bar chega a vender 500 litros de chope. Entre os petiscos, as receitas com carne-seca são as especialidades.
http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/santa_catarina/bares.shtml#boteco

>>Vale do Paraíba – A Chopperia do Gordo, no centro de Jacareí, planeja tudo nos mínimos detalhes: o chope chega em caminhões protegidos por mantas térmicas e fica guardado sob o balcão, em repouso. Os copos são lavados em uma máquina especial, importada da Alemanha, que não usa água quente, e ficam esperando o momento de ir à mesa megulhados em água gelada, para evitar um choque térmico. Tudo para que a bebida seja servida com perfeição.
http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/vale_do_paraiba/bares_vale.shtml#chope

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4 thoughts on “Muitos chopes e um pastel

  1. É impressão minha ou vc não citou o chopp do Pinguim de Ribeirão Preto, o mais conhecido do Brasil, cuja lenda diz q o chopp vinha direto da fábrica da Antarctica, localizada a cerca de 700 metros, em uma serpentina gigante?Por favor, né…

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  2. Salve Veio,A lista deste post inclui os melhores chopes nas cidades em que publicamos as edições especiais VEJA O Melhor da Cidade, conforme você pode verificar nos links.Quanto ao Pingüim, confesso que não vou lá há oito anos. Mas se minha memória não me trai, realmente tomei um chope espetacular.Valeu, Miguel

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