Os melhores fins de noite do Brasil

Bar Abertura, em Vitória

No blog O Melhor do Brasil, meu colega Marcos Emilio Gomes escreve sobre alguns dos bares que se notabilizam por ter o melhor fim de noite, nas cidades em que VEJA publica as edições especiais O Melhor da Cidade.

Além dos que ele menciona, vale a pena adiar a última dose nos seguintes estabelecimentos (há também padocas e lanchonetes), todos campeões nos guias 2007-2008:

>>ABC: o Paulo Lanches, em Santo André, é na verdade uma tradicional lanchonete, uma parada estratégica para quem volta da balada com fome. Há pelo menos trinta anos, a casa serve os enormes sanduíches que já viraram sua marca registrada. O cardápio apresenta 25 opções de sanduíches, além de saladas e porções.

>>Baixada Santista: o restaurante Almeida, em Santos, existe desde 1932 e do início ao fim da madrugada costuma ficar lotado. À noite, os clientes costumam encarar pratos nada leves, como o medalhão de filé mignon com brócolis ao alho e batatas portuguesas ou a meca santista (que não é grelhada, mas servida no espeto e acompanhada de risoto de palmito pupunha e farofa de banana com abacaxi).

>>Belém: o Roxy Bar, no bairro do Umarizal, é parada estratégica para os belenenses que querem prolongar a noite. Há mais de duas décadas o bar recebe a clientela que vem tomar a saideira, jantar ou comer um petisco antes de ir para casa. O amplo cardápio tem pratos batizados com nomes de celebridades. Uma receita que faz sucesso é o filhote leila pinheiro (filé de filhote com molho de pêssego e champanhe acompanhado de arroz de castanha-do-Pará com queijo gorgonzola). Para quem quiser apenas petiscar, há porções como o camarão de sica (à milanesa). Entre os drinques, a novidade é a caipirosca de kiwi.

>>Campinas: o fim de noite da Romana, no bairro do Cambuí, ganhou a maioria dos votos dos jurados na cidade. Além do bufê de café-da-manhã, a casa monta também uma versão com sopas, que inclui acompanhamentos como pães e torradas. O sucesso é tão grande que nos fins de semana chegam a ser consumidos 400 litros de sopa.

>>Espírito Santo: o Abertura, em Vitória, tem petiscos caprichados, como as porções de pastéis de siri, camarão e bacalhau, e a cerveja sempre gelada. O ambiente descontraído conta também com uma área ao ar livre, ideal para uma saideira outdoor.

>>Fortaleza: o MonteCarlo, no bairro do Meireles, é uma mistura de padaria e delicatessen, que se tornou ponto de encontro na madrugada. Para repor as energias, há cerca de vinte tipos de pães recheados, como o super misto, de queijo, presunto, tomate, catupiry, calabresa e pimentão. Outro sucesso da casa é o sanduíche rocambole, feito com massa integral ou branca e com recheio de queijo prato, presunto e tomate. Os clientes com mais pique esperam o dia raiar, para se deliciar com o bufê de café-da-manhã.

>>Goiânia: no Caldos 24 horas, no Jardim América, um sino é disparado pelos garçons para anunciar a chegada de pão quente e dos caldos quentinhos ao bufê. A casa prepara quarenta variedades de caldo, que podem ser servidos na tigela ou no pão. Os mais pedidos são o de frango com milho verde e catupiry, o de galinha caipira apimentada, o de feijão e o de costela. Há também sabores exóticos, como javali, coelho e rã. Todos servidos 24 horas por dia.

>>Manaus: o Porão do Alemão, em São Jorge, é um reduto de roqueiros, boêmios e jovens baladeiros. Ao longo da madrugada, passam por ali cerca de 1 200 pessoas. Grupos de amigos vão ouvir rock tocado por bandas variadas durante toda a noite. Para acompanhar o chope, há petiscos como a batata porão (com requeijão) e porções de miniquibe, de tulipa de frango (a parte central da asa) e de salsichão (suíno ou de frango) com molho de mostarda.

>>Natal: o Tratoria Bella Napoli, no Tirol, foi fundada há três décadas. A casa serve dois públicos diferentes: no começo da noite, as mesas são ocupadas por casais e famílias; já durante a madrugada, o clima tranqüilo dá lugar ao agito. A partir da 1h da manhã, grupos de amigos se reúnem para tomar a saideira ou jantar. Nos fins de semana, o movimento dura até amanhecer. Todas as noites um pianista se encarrega de animar o ambiente. O menu lista petiscos, porções, massas, pizzas, carnes, aves e peixes. Os pratos servem bem duas pessoas.

>>Recife: o Garagem, no bairro das Graças, só abre as portas à meia-noite e meia e encerra as atividades às 6 horas da manhã. A alma desse boteco é a sua simplicidade. Trata-se de um galpão espaçoso e um trailer, onde fica o som da casa, comandando pelo proprietário. A trilha sonora é composta basicamente de rock e de trabalhos autorais de grupos da cidade. Para beber, a cerveja gelada é a opção.

>>Salvador: o Caminho de Casa, no bairro do Itaigara, funciona 24 horas por dia. Após as 22 horas, o número de mesas ao ar livre aumenta. A área com iluminação suave é propícia ao bate-papo. A carta de bebidas tem sotaque mineiro, com quinze tipos de cachaça. O cardápio varia conforme o horário. O bufê de café-da-manhã é rico em quitutes regionais. No fim da noite, um público jovem aparece para petiscar o queijo de coalho com melaço de cana ou o bolinho de queijo. Na sobremesa, a sugestão é o doce de coco verde, feito ali mesmo.

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